terça-feira, 27 de abril de 2010

Piratas chineses clonam iPad

A Apple recentemente adiou o lançamento internacional do iPad, afirmando que a imensa demanda nos Estados Unidos apanhou de surpresa a companhia. Mas os consumidores chineses que estão em busca de versões do mais recente produto da empresa não precisam ir mais longe que um movimentado centro de eletrônicos em Shenzhen, próspera cidade do sul da China, próxima da fronteira com Hong Kong.
Lá, pequenas lojas estão repletas de versões piratas de toda espécie de produtos, do Windows 7 a dois dólares, a uma ampla gama de produtos da Apple, como iPhones, MacBooks e MacBook Air. Depois de extensas consultas a diversos comerciantes, um deles, cujo sobrenome é Lin, ofereceu o item procurado, em uma sala escura do quinto andar do mercado, longe do movimento.
Pesado e espesso, com três portas USB e forma mais retangular que a do original, esse derivado com aspirações a iPad, acionado por um sistema operacional Windows, parece mais com um iPhone gigante. O preço é de 2,8 mil iuans (US$ 410), o que o deixa um pouco mais barato que o iPad, vendido por entre US$ 499 e US$ 699.
"Essa é apenas a primeira versão", diz Lin, um agente de vendas com cabelos cortados à escovinha que fala rapidamente em cantonês, o idioma local.
"Embora a forma não seja exatamente a mesma, a aparência externa é bastante semelhante à do iPad, de modo que não acreditamos que isso afete demais as nossas vendas", explicou ele, acrescentando que a diferença se deve à dificuldade de encomendar componentes semelhantes, devido ao curto prazo de dois meses para o desenvolvimento da primeira versão do aparelho.
Poderemos chamá-lo de Hi-Pad em um futuro próximo...

Um comentário:

Anônimo disse...

booooh